Onde ficar em Viena – Ruthenstein Hostel

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Ô cidadezinha cara (e linda, maravilhosa, encantadora) essa tal de Viena. Por isso lá você precisa de um planejamento ainda melhor para evitar gastos desnecessários. Lá eu me hospedei no Hostel Ruthensteiner e curti demais o clima do hostel.

Primeiro de tudo, eles têm violão e vários outros instrumentos musicais à disposição dos hóspedes. Segundo, têm um jardim fofo com churrasqueira, também à disposição dos hóspedes. Terceiro, eles têm bar com happy hour. Quarto, o hostel é super limpo e mega organizado.

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Eu fiquei numa suíte privativa. Bem apertadinha, mas para o que eu precisava estava ótimo (eu só fui no hostel pra tomar banho e dormir! hehe). Eram duas camas de solteiro, mas bem coladinhas uma na outra, tinha cabideiro, mesinha ao lado da cama, banheiro direitinho. Na suíte privativa você também encontrará algumas amenidades, como xampu e condicionador, sabonete, toalhas.

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Eles também têm quartos compartilhados. E a área comum é ótima! À noite o barzinho fica com um movimento legal, e rola happy hour – com direito a caipirinha feita com cahchaça, entre outros coquetéis! Das 19h às 20h, cervejas de 500ml são vendidas por 2,30 euros, e das 20h às 21h é a vez dos coquetéis terem desconto. O bar funciona até meia noite. Ás vezes rolam até umas bandas tocando ao vivo lá.

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A cozinha também é toda organizada e bem equipada.

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O café da manhã não está incluído na diária, mas tem opções desde 2,90 até 3,50 euros e é excelente (e o preço é BEM bom comparado ao que você pagaria fora do hostel). O mais completo tem fruta, iogurte, mais de um tipo de pão, geleia, queijo, manteiga, suco ou café ou chá ou chocolate quente, nutella <3, granola. Não deixou em nada a desejar e recomendo começar seu desjejum por lá antes de ir turistar por Viena.

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O Ruthensteiner também aluga bikes e Ipads e ainda oferece secador de cabelo, ferro de passar, adaptadores internacionais e carregadores de celular para uso gratuito.

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Eu daria nota 9 para a localização do Ruthensteiner. Ele fica coladinho em estações de trem e de ônibus e até dá para para fazer algumas coisas andando. Mas eu acabei recorrendo ao transporte público pra me locomover lá com mais facilidade (tenha em mente que cada ticket de ônibus, comprado separadamente, custa 2,20 euros! Sim, caro). A Catedral Santo Estevão, por exemplo, fica a cerca de 3,5km de distância. De bus é um pulo, mas andando é uma boa caminhadinha.

O Ruthenstein é excelente se você busca bom atendimento (tem recepção 24h e até uma brasileira trabalhando lá, gente! Fui muito bem recebida e amei todas as dicas que recebi), limpeza, organização, interação entre os hóspedes. Afinal, duvido que se alguém puxar uma roda de violão ali, não junta uma galera! Se tiver um churrasco, então, aí é prato cheio! 😛

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Uma curiosidade da história por trás desse hostel: Ele foi um dos pioneiros não só da Áustria, mas de toda a Europa Central. O prédio que hoje abriga o Hostel Ruthensteiner foi construído na década de 1840 – em 1960, quando a família Ruthensteiner comprou o edifício, a fachada ainda carregava as marcas deixadas pelos ataques a bomba da Segunda Guerra Mundial. Na década de 60 o edifício foi renovado a partir do zero e foi reaberto como uma residência estudantil. Em seguida, em 68, após a invasão e ocupação da Tchecoslováquia pela União Soviética, muitos intelectuais começaram a emigrar para o Ocidente. Alguns permaneceram em Viena por apenas algumas semanas – outros ficaram por meses no albergue. Foi durante o mesmo período que os primeiros mochileiros começaram a chegar a Viena, pessoas de todo o mundo, muitas vezes com apenas uma mochila, com a intenção de ver o mundo. Passo a passo, houve a transformação de um edifício de apartamentos em um bom albergue, com áreas comuns expandidas, equipamentos de cozinha para uso dos hóspedes, e assim por diante. Algum tempo atrás, a família Ruthensteiner passou o negócio para nova gestão, que se esforça para manter as tradições e idéias dos antigos proprietários.

E o mais interessante é que você entra no Ruthenstein e tem a impressão de que ele foi inaugurado há pouquíssimo tempo, de tão bem conservado e bonito que é. Eu me surpreendi com essa história! E fiquei imaginando se eu fosse um desses mochileiros desbravadores da década de 70, numa época em que você só saía com um mapa e descobria os destinos pelo caminho… Quanta história e inspiração!

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Atenção, leitor: estive no Hostel Ruthenstein como um convite para conhecer seus serviços e indica-los no blog. Não aceito parcerias que não tenham o perfil do blog e sou absolutamente transparente em meus relatos e impressões de viagem. Obrigada pela confiança!

Carla Boechat é jornalista, mestranda, curiosa que só, carioca da clara, inquieta e turista por vocação - e criação. Sempre com a mochila e um sorriso prontos, aposta que toda estrada pode esconder uma dica em potencial. E aqui é assim: se ela foi e gostou, virou post!

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