Varsóvia, capital da Polônia: o que fazer, onde ficar, o que comer, quanto custa?

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Perdi as contas de quantas pessoas me falaram que eu tinha que ter escolhido ir para a Cracóvia ao invés de Varsóvia. Seeeempre o mesmo comentário. É claro que tentei incluir a Cracóvia no meu roteiro, mas não rolava. Ela ficava muito lá pra baixo do país e não encaixava com meu itinerário. Fazer o que? Sem dramas, cortei Cracóvia, ficou Varsóvia. Mas aquele monte de comentário estava começando a me desanimar, me levando a pensar que eu tinha feito besteira.

E foi ótimo isso ter acontecido! Porque fui para Varsóvia com a expectativa lá embaixo e me surpreendi com uma cidade fofa e acolhedora. Sério, eu tinha vontade de entrar em to-das as cafeterias da cidade. Uma mais linda e charmosa que a outra!

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Sem falar na história do lugar. Essa cidade linda que se vê hoje foi a reconstrução de um povo corajoso e sobrevivente a uma das batalhas que mais matou civis na Segunda Guerra Mundial – foi um pacto feito entre Alemanha e União Soviética para dividir a Polônia entre eles que levou a um dos maiores massacres da história. Seis milhões de pessoas morreram, 95% deles civis. Se situavam na Polônia os principais campos de concentração – Auschwitz, Treblinka, Sobibor, Belzec, Chelmno e Maidanek – e apenas 10% dos 3,3 milhões de judeus poloneses teriam sobrevivido.

O objetivo era fazer a Polônia desaparecer como nação. E não apenas judeus foram levados aos campos de concentração, mas também intelectuais, religiosos, nobres.

Mas com garra o povo polonês não cedeu. Em 1º de Agosto de 1944 começaram os combates e então se desenrolaram 63 dias de derramamento de sangue, destruição e milhares de mortes. Os últimos sobreviventes de Varsóvia foram expulsos pelos alemães e, sob a ordem de Hitler para implodir tudo que ainda estivesse de pé, o que restou foi um lugar em ruínas. Assistir ao vídeo que mostra como ficou Varsóvia é chocante. Mais ainda é descobrir que essa cidade antes habitada por 1,3 milhão de pessoas foi transformada em pó e restaram apenas mil moradores.

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Mas, apesar de tudo isso, visitar Varsóvia não é conhecer um lugar triste e de energias pesadas. A capital que foi consagrada a mais destruída durante a Segunda Guerra Mundial se reergueu com classe. E todo dia 1º de Agosto milhares de pessoas vão às ruas comemorar a insurreição. O sabor é de vitória, de dar a volta por cima, de virar a página de um passado tão sofrido para tantos.

É desse país um dos papas mais queridos da história do Catolicismo, o saudoso Papa João Paulo II. Assim como o compositor Frederic Chopin. E Nicolau Copérnico também – o astrônomo que identificou o sol como o centro do universo. É na Polônia que fica a maior estátua de Jesus Cristo do mundo, desbancando o nosso Cristo Redentor (na cidade de Swibodzin). É uma das economias mais prósperas atualmente. Os poloneses bebem 93 litros de cerveja por ano. Produzem vodcas fantásticas. E são muito receptivos, animados e boêmios – comprovei de pertinho.

Vamos, então, desvendar Varsóvia juntos:

O QUE FAZER EM VARSÓVIA

Fiquei em Varsóvia três dias. Logo no primeiro cheguei lá de trem e almocei ali pertinho da estação num restaurante super transado e que costuma ficar cheio em dias de jogos, o Champion Sports Bar & Restaurant. A comida estava uma delícia!

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Dali fui andando para meu hostel, fiz check in e saí pra dar uma volta pela cidade (e como era Inverno, já havia anoitecido). Foi bom para sentir o clima de lá, com tudo ainda enfeitado para o Natal e uma decoração bem colorida.

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Nesse dia jantamos em um restaurante bem legal e comemos uma pizza em formato diferente, toda comprida e com vários sabores. Estava bem gostosa e custava 34 zlotys servindo bem duas pessoas.

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De lá, fomos ao Pavilion, uma região com um barzinho ao lado do outro que eu achei bem curiosa. Alguns bares têm cara de detonados, mas ao mesmo tempo são estilosos, com uma decoração louca. E são basicamente frequentados pelos locais – que bebem bem, hein! Curti, dá para entrar em um, ir no outro, trocar para um novo daí a meia hora. E eu senti que éramos as únicas estrangeiras por lá.

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No dia seguinte acordamos e tomamos café da manhã em um dos infinitos cafés charmosos de Varsóvia, o Petit Appetit, todo em estilo francês. Uma graça! E bem gostosa a comida. As opções de menu de café da manhã variavam de 19 a 29 zlotys cada.

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Depois resolvemos explorar a chamada Rota Real de Varsóvia, uma longa rua que liga a Praça do Castelo ao sul da cidade. É uma das regiões mais bonitas de lá e me apaixonei pelas casas que pertenceram à realeza e que foram totalmente restauradas após a guerra, mantendo seu estilo neoclássico. Li que, começando pelo Castelo, a Rota Real segue pelas ruas Krakowskie Przedmiescie e Nowy Swiat (na verdade é uma rua só, sendo uma continuação da outra apenas com nomes diferentes) até o Palácio Wilanów, o que dá uns 4km de extensão. A pé, sem pressa, dava para percorrê-lo feliz da vida. Mas eu foquei mais em uma metade do trajeto, que ia do meu hostel até o castelo – é que a principal atração que ficava para o outro lado da rota, o Palácio Wilanów, permanece fechado durante o Inverno. Pelo caminho para lá também ficava o Museu Chopin, que eu não estava muito a fim de ir.

Então acabei batendo perna mesmo para o lado da Old Town de Varsóvia que concentra os principais atrativos turísticos da capital. O que não dá para perder ali: o Castelo Real (ou Zamek Królewski); a coluna do rei Zygmunt (ou Kolumna Zygmunta III Wazy); a Praça do Mercado (ou Rynek Starego Miasta, fofa toda vida), as Igrejas de St. John (onde ocorriam os enterros da monarquia do país), da Santa Cruz (ou Church of Holy Cross, onde está o coração mumificado de Frédéric Chopin) e de St Anna (suba em sua torre para ver a Old Town de cima, é baratinho); e a muralha (ou Barbakan Warszawskié) que protegia Old Town.

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Castelo Real à direita e a coluna do rei Zygmunt à esquerda
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Praça do Mercado
Barbakan Warszawskié
Barbakan Warszawskié
Barbakan Warszawskié
Barbakan Warszawskié
Vista da torre da Igreja de St Anna
Vista da torre da Igreja de St Anna
Vista da torre da Igreja de St Anna
Vista da torre da Igreja de St Anna

O Castelo Real já foi sede do parlamento e residência oficial dos reis da Polônia. É possível visita-lo, mas eu fiquei só em seus pátios externos mesmo, onde a entrada é gratuita.

Duas curiosidades:

– A Rota Real leva esse nome pois era o caminho favorito dos reis poloneses quando se deslocavam de um palácio ao outro. Hoje em dia ela é a rua principal de Varsóvia e tem inúmeros restaurantes, cafeterias, lojinhas de souvenir, bares.

– Observe no centro da Praça do Mercado a estátua de uma sereia empunhando uma espada e um escudo, símbolo maior da cidade e que representa seu passado heroico. Reza uma lenda que uma noite um jovem pescador chamado Wars lançou suas redes e acabou pescando uma sereia. Ele ficou tão fascinado com sua beleza e voz, que a pediu em casamento. Esse amor fez com que a cauda da sereia se transformasse em pernas e ela adotou o nome de Sawa. Wars e Sawa teriam sido felizes para sempre na cidade que fundaram com a junção de seus dois nomes – Warsawa, ou Varsóvia em português 😀

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Ao fim do dia, paramos para “almo-jantar” no inesperado Bar Mleczny Familijny (também conhecido como Milk Bars). Foi uma indicação do meu hostel e trata-se de um restaurante da época do comunismo que é mantido até hoje pelo governo. Ele preserva o mesmo estilo simples e é onde você pode experimentar comidas realmente típicas por uma pechincha. É, tipo, muito barato. Me lembro até hoje que eu e minha amiga pedimos sopa cada uma, uma carne, acompanhamento, e a conta deu 26 zlotys para nós duas.

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Menu indecifrável na parede.. Peça o English Menu!

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O tipo de experiência que eu curto ter, bem local e nadinha turístico. Mas…dica 1: peça o menu em inglês para a moça do caixa. Dica 2: ele não vai te ajudar tanto. Eu juro que por fim comecei a olhar o que as outras pessoas estavam comendo e tentar decifrar o menu. No fim deu tudo certo, uma moça me ajudou e consegui fazer os pedidos. E você é quem faz tudo: vai até o caixa, faz o pedido, paga, espera ficar pronto, vai até a janelinha que dá para a cozinha, pega sua bandeja com a comida, come (óbvio que isso é você quem faz, hahahaha, mas só para manter a sequência), levanta com sua bandeja, joga o que for descartável no lixo e guarda a bandeja (estilo Mc Donalds). Não é restaurante de luxo, é um lugar para conhecer um outro lado da história da Polônia.

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E para comparar preços: quando saímos de lá, paramos em uma cafeteria (Chamada Croque Madame), pedi uma sobremesa e somente ela custou uns quase 30 zlotys – mais do que o jantar para duas pessoas. Mas ok, né. O lugar era lindo, lindo, lindo! Acho que se cobrassem somente para sentar ali, eu pagaria. E a sobremesa era uma cooooooooooisa! Vou ter que fazer um post somente com dicas dos melhores cafés de Varsóvia.

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Dali, bom, adivinhem onde acabou nossa noite…! No Pavilion, é claro. E foi super hiper divertido. Encontramos um bar com karaokê e vocês não fazem ideia do que é ver uma turma de poloneses bêbados cantando em…polonês! Eu me sentia num filme muito louco. Curti demais esses bares underground!

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No terceiro dia foi a vez de uma programação que eu vinha esperando: o Museu da Insurreição de Varsóvia (ou Warsaw Rising Museum). Fui de ônibus e havia vários que faziam essa rota – o trajeto levou uns 2 minutos, compre seu ticket em algum guichê antes de entrar no ônibus.

Não deixe Varsóvia sem visitar esse museu! E não reserve menos que duas horas para ele (eu diria para reservar no mínimo umas três horas). Ele é enorme, mostra toda a história da guerra que destruiu e matou milhões de pessoas na capital da Polônia. E é bastante interativo. Sabe toda essa história que contei na abertura do post? Lá você verá muito mais. Prepare o estômago. Mas, repito, não deixe de ir. Ou você irá embora sem ter noção de um terço do que aquele país viveu tão recentemente. É uma aula de história e com certeza uma reflexão de vida.

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Attention: Drastic Scenes!
Attention: Drastic Scenes!

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De lá, fomos procurar o Memorial aos Judeus no Gueto de Varsóvia. Mas pelo caminho nos perdemos e paramos num café fofíssima, a Green Caffe Nero (tem várias espalhadas pela cidade_, para uma boquinha e para nos esquentar, pois estava muito frio.

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Por fim encontramos o caminho para o Guetto. O memorial em si era a parte de um muro em ruínas que restou do Gueto com poucas placas que mostram a separação do resto da cidade e um pouco da história do que ocorreu ali . Mas eu indico ler mais sobre o que realmente foi o Gueto antes de ir para entender o significado de se estar ali. Foi até meio difícil de achar, muitos moradores mal sabiam explicar onde ele ficava. Por essa região também é possível observar alguns prédios do antigo Gueto onde viviam os judeus – busque as ruas Ulica Prózna, Ulica Waliców e o endereço Sienna 55. Quem assistiu ao filme O Pianista irá reconhecer o estilo das casas.

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Um pouquinho sobre o que foi o Gueto de Varsóvia: foi o maior gueto judaico criado pela Alemanha Nazista na Polônia durante o Holocausto. Para lá eram levados a força os judeus de Varsóvia e foi construído, em 1940, um muro ao seu redor com o objetivo claro de segregar completamente esse povo. Nos três anos de sua existência, muita gente morreu de fome e por doenças e tantas outras foram deportadas para campos de extermínio. Inicialmente a população do gueto representava 30% do total de Varsóvia, sendo que o espaço ocupava apenas 2,4% do território da cidade. Menos de um quarto desses habitantes resistiu aos anos de isolamento e massacre. E foram esses poucos sobreviventes que uniram força para que aquele gueto se tornasse palco da Revolta do Gueto de Varsóvia, a primeira insurreição massiva contra a ocupação nazista na Europa (falamos disso lá em cima).

Eu queria MUITO ter feito o Jewish Warsaw Tour, gratuito e que acontece diariamente às 14h (de Novembro a Março) ou às 15h (de Abril a Outobro) – mas nos dois dias acabei perdendo a hora. Deve ser um choque de realidade e trazer muita história interessante. Leia mais informações aqui.

Bom.. Voltando às dicas… Na volta para o hostel passamos pelo Palácio da Cultura e da Ciência, um monumento difícil de ignorar por sua grandiosidade. Ele foi um presente de Stalin para a Polônia como um símbolo do Comunismo. E, como se pode imaginar, é odiado por inúmeros poloneses, que inclusive já discutiram algumas vezes a possibilidade de demoli-lo. Muitos dizem que é um símbolo de vergonha. E, apesar do nome e de sua imponência, não há muito o que visitar lá. O mais interessante talvez seja a vista panorâmica que se tem do 30º andar, mas que não fui pois estava muito nublado no dia. Vale a pena passar em frente a ele um dia à noite, pois ele sempre recebe iluminações diferentes e fica bem bonito.

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Na volta escolhemos uma última cafeteria na rua Nowy Swiat para conhecer. Acabamos na Cheesecake Corner, bem pequenininha, mas aconchegante e com uma torta de caramelo e um capuccino de caramelo deliciosos.

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Como nosso ônibus de volta era bem tarde e a estrada seria longa, antes de partir ainda paramos em um restaurante delícia com comidas tradicionais. Foi o (ai, caramba, esqueci o nome! Mas tem uma foto dele aqui embaixo para você reconhecer, fica na Nowy Swiat), onde tomei uma tradicional sopa de carne com “ovo de galinha polonês” e que vem dentro de um pão. Não sei qual é a desse ovo de galinha polonês, mas ela estava de-lí-cia! E custou apenas 21 zlotys – acompanhada de uma cervejinha local, é claro 🙂

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Que fofo como veio a conta!
Que fofo como veio a conta!

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Depois, infelizmente, precisei deixar Varsóvia para viajar em direção a Vilnius, capital da Lituânia. E a sensação que ficou foi de que não errei em escolher Varsóvia como meu ponto de parada na Polônia. Carreguei muito dessa cidade e sua história de superação comigo.

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ONDE FICAR EM VARSÓVIA

Em Varsóvia me hospedei no Patchwork Design Hostel, um dos que mais curti nessa viagem que fiz para o Norte da Europa. Ele tem um clima super alto astral e jovem e o staff é impecável. Todo mundo gente boa, sempre com um sorrisão no rosto e um monte de dicas! E com uma decoração linda!

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Eu fiquei em um quarto coletivo misto para 8 pessoas. Bem espaçoso. O banheiro era no corredor e achei ótimo, bem grandão! E estava sempre bem limpinho.

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Havia também uma cozinha em cada andar e um bar no subsolo. E a localização do hostel também era nota 10! Colada na tal Rota Real, próxima a cafeterias, restaurantes e pontos turísticos.

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O QUE COMER EM VARSÓVIA

Não vá a Varsóvia sem experimentar os tradicionals pierogis. Não que eles sejam magnificamente deliciosos – são gostosinhos, mas esse é um prato típico e não muito difícil de encontrar. São tipo uns pasteis cozidos e com variados recheios. Eu experimentei o meu no tal restaurante comunista que comentei aí em cima.

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Também come-se muito pato por lá. Em vários restaurantes você verá a opção de algum prato que leva pato.

Outros pratos são o Bigos, um chucrute com pedaços de linguiça e carne, e Golonka, juntas de carne de porco cozida com legumes.

QUANTO CUSTA

Apesar de já ser integrante da União Europeia, a Polônia ainda utiliza moeda própria, chamada zloty – o que barateia o país. Bão pra nóis!

1 euro = +- 4,5 zloty

Alguns exemplos de preços:

– diária em hostel em quarto compartilhado: de 40 a 50 zlotys

– cerveja no bar: cerca de 4 zlotys

– transporte público: em viagens de até 20 minutos, o ticket custa 3,70 zlotys; entre 20 e 75 minutos, 4,40 zlotys; entre 75 e 90 minutos, 7 zlotys; para viagens ilimitadas durante 24 horas, 15 zlotys; já o ticket para todo o fim de semana custa 24 zlotys. Veja mais informações aqui.
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Carla Boechat é jornalista, mestranda, curiosa que só, carioca da clara, inquieta e turista por vocação – e criação. Sempre com a mochila e um sorriso prontos, aposta que toda estrada pode esconder uma dica em potencial. E aqui é assim: se ela foi e gostou, virou post!

Discussion14 Comentários

  1. Retornamos de um tour pelas principais cidades da Polônia. Realmente é um país lindo com uma história incrível. O povo é educado e religioso. Porém o sofrimento da guerra e a reliogidade não os ensinaram a amar uns aos outros. Não sabem receber o turista. Os poloneses na sua grande maioria são antipáticos e por vezes até grosseiros. Valeu a viagem pelas paisagens e a experiência. Mas, não retornaria a Polônia nem de graça.

    • Ei, Ana Catarina.
      A Polônia realmente é maravilhosa. Uma pena que sua experiência com as pessoas de lá não foi tão boa. As que eu conheci foram bastante educadas e receptivas. Ainda pretendo voltar ao país para conhecer a Cracóvia, que faltou em meu roteiro.
      Beijos

  2. Olá, super interessante o blog, parabéns!!!
    Você lembra qual o nome do local onde vcs comeram aquela pizza maravilhosa?? hehehe
    Obrigada!!

    • Oiiiii
      Poxa, se o nome não está aqui no blog, eu não me lembro 🙁
      Sinto muito!!! Mas ficava na rua principal de lá! Era um restaurante bem grande! Pelas fotos vc deve reconhecer

  3. Pelo que parece a Varsóvia é muito voltada à História, não é?
    Conheceu a night de lá?
    Estou em dúvida entre ir ou não ir, e não me parece uma cidade muito atraente…

    • Ei Janine! Sim, é bastante voltada à história.
      Mas a vida noturna lá me parece ser bem animada. Eu fui no inverno, e ainda assim os barzinhos que mencionei no post estavam lotados, galera bebendo, dançando. Claro que na Europa há destinos de festa mais bombados, mas lá você também encontrará boas opções.

  4. Carla, muito obrigada por compartilhar essas informações! Mês que vem embarco de férias pra Europa e minha primeira cidade será Varsóvia. Já estive na Cracóvia em 2010 e ameiiiiii! Não tenho dúvidas que a experiência de retornar à Polônia será maravilhosa!

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