Brasov, na Transylvania: o que fazer, onde ficar, como chegar, o que comer e beber, quanto custa, é seguro?

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Hoje vou compartilhar aqui com vocês algumas dicas bem práticas para quem planeja conhecer a Transylvania, na Romênia, se hospedando em Brasov – é a cidade que costuma ser o ponto de partida pra quem quer explorar essa região do país. Ao contrário do que muitos podem pensar, Brasov é uma cidade super fofa e cheia de vida. Não é vampiresca ou fantasmagórica, juro. Hahaha.. Apesar de estar do ladinho de onde fica o famoso Castelo do Drácula…! Ela foi colonizada por alemães quando a Transylvania ainda não fazia parte da Romênia e era parte do reino da Hungria. Então já dá para imaginar a arquitetura e o que se pode esperar desse cantinho de mundo…

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O QUE FAZER – E O QUE COMER E BEBER

Em Brasov eu recomendaria se hospedar no mínimo dois dias, para ter tempo de ao menos conhecer a cidade e ir a Bran, onde fica o castelo de Bran, mais conhecido como Castelo do Drácula. Mas se Brasov for sua base para ir a outros lugarejos da Transylvania, você precisa ficar mais dias.

Bom… Em Brasov muita coisa gira no entorno da Piata Sfatului, ou Council´s Square. Eu fiquei hospedada a mais ou menos 300 metros dali, então foi show.  Para começar sua imersão nas histórias da Drácula, nas lendas da Transylvania, em curiosidades da região e das pessoas que viveram ali, super recomendo o Walkabout Free Tour Brasov. Eu me lembro de quando comprei minhas passagens pra Romênia, decidi ir pra Transylvania e tudo o que eu sabia era do Drácula, o vampiro. Mas não fazia ideia nem de um décimo sobre essa lenda! Claro que li bastante na internet antes, em blogs, sites, mas foi nesse tour guiado que eu realmente descobri a Transylvania de verdade. Algumas coisinhas você pode ler no meu post 5 Mitos e Curiosidades sobre a Transylvania. Mas claro que não contei tudo lá, você precisa ir e conhecer por conta própria o resto dos mitos e tudo o que está por trás do vampiro Drácula – e vir a saber que existiu um Dracula de verdade e que ele não era um vampiro!!!! Pronto, parei de contar. Rsrs…

Passeio durante nosso Walkabout Free Tour
Passeio durante nosso Walkabout Free Tour

O Walkabout Free Tour dura entre 2 horas e meia e 3 horas e acontece todos os dias às 10h (de outubro a março) ou às 18h (de abril a setembro). O ponto de encontro é exatamente na Piata Sfatului, próximo à fonte (a guia estará com um guarda-chuva laranja para ser mais facilmente reconhecida). Para quem nunca participou desses tours gratuitos, explico como funciona: você se junta ao grupo no horário combinado e a guia vai te levar a pé pelos pontos principais contando suas histórias. Ao final, se você tiver curtido, é legal colaborar com uma gorjeta – não há valor estipulado, depende do quanto você curtiu o tour e do quanto pode doar.

Alguns dos pontos visitados durante o tour, e que você pode também fazer sozinho a pé se preferir: Black Church (uma das maiores igrejas em estilo gótico da Europa), Strada Sforii (a terceira rua mais estreita da Europa!), a Sinagoga, Schei Gate, Ecaterina Gate, St. Nicholas Church.

A imponência da Black Church...
A imponência da Black Church…

E se o seu tour não terminar na White Tower ou na Black Tower, recomendo ir até lá por conta própria, ambas ficam uma pertinho da outra. Além de estarem próximas à Piata Sfulutui, têm uma vista legal da cidade, com uma subidinha por escada que não leva nem 10 minutos. E é programinha grátis 😀

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Depois do tour, pode ser que bata uma fominha. Pare em uma das lanchonetes para comer um Luca (salgado da Romênia, o tradicional é com queijo e presunto, e tooooodo mundo come) ou um Covrigi (tipo um pretzel, só que recheadoooo! O de chocolate é uma coisa de bom!).

À tarde uma boa é ir à Montanha Tampa (estando na cidade, olhe pra cima e procure pelo letreiro em estilo hollywoodiano escrito “Brasov”. Hahaha. Pronto, você acaba de achar a montanha). Se você está na disposição, pode subir por trilha. Dizem que não é tão puxada, mas dura entre 1h30 e 2h. São 960m de altura. Como meu tempo era muito curto, eu optei por subir de bondinho. Custou 16 RON ida e volta e sai toda hora (e dá pra pagar com cartão de crédito!) – e a subida não leva mais que três minutinhos 😉 De lá do alto se tem uma vista linda da cidade. Fique apenas atento aos horários de funcionamento do bondinho pra não ficar pra trás! Na época em que estive lá, ele estava funcionando de 9h30 às 17h. Esse é um passeio que, feito com calma, não leva mais que 1 hora e meia. Mas Tampa tem ainda um restaurante, então se você parar nele certamente ficará mais tempo lá em cima.

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Brasov vista por trás do letreiro em estilo Hollywood

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Descendo do bondinho, na volta de Tampa, vale observar bem a estrutura do centro murado de Brasov, uma herança da colonização alemã, isso dá uma outra perspectiva sobre a cidade.

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À noite recomendo jantar no restaurante La Ceaun. Foi dica da nossa guia do Walkabout Free Tour e adorei! De fora achei que seria um lugar caro, pois é um restaurante menor e bem bonito. Mas, Ahhhh, Romênia! {pausa pro suspiro}, não é nada caro. Eu tomei a sopa do dia, que estava deliciosa – era de carne de porco com batatas. E para acompanhar, uma cervejinha local. Outras dicas são a sopa de feijão com presunto defumado, um prato típico, ou o Hungarian Style Beef Goulash (esse eles não tinham no dia em que eu fui, snif…). Ao final minha conta deu uns 18 RON. Woohoooo, eu amo a Romênia!

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Tudo o que eu falei até aqui dá para fazer andando sem esforço algum! Agora vamos para o segundo dia em Brasov…

No seu segundo dia na cidade, eu recomendaria ir logo de manhã para a cidadezinha de Bran, onde fica o Castelo de Bran, mais famoso como Castelo do Drácula. Para ir até lá você pode contratar um tour em agências de turismo ou ir por conta própria. Claro que eu fui por conta própria. Mas minha ida foi um perrengue! E nesse dia dei um azar atrás do outro. Veja abaixo como fazer com que sua ida a Bran não seja como a minha 😛

Para ir por conta própria, você pega um ônibus municipal até a estação de ônibus central da cidade (peguei o ônibus 12 até a estação final dele, Auto Gara 2). De lá, peguei o ônibus que vai para Bran, às 15h – ele sai de hora em hora e a passagem custa 7 RON. Não peguem esse ônibus das 15h em hipótese alguma!!! Era horário de saída de alguma escola e o ônibus estava abarrotaaaaaaado de gente. Muito cheio mesmo. E a viagem dura uma hora – você não vai querer viajar em pé esmagado por uma hora, né! Já a volta foi super de boa, ônibus vazio e vim dormindo. Então pelo visto foi só falta de sorte com meu horário de ida mesmo. Fica a dica!

Segundo azar do dia: cheguei ao Castelo de Bran às 16h05 e ele tinha fechado para visitação às 16h! (É que na baixa temporada ele fecha mais cedo, se liguem nisso e confiram os horários no site antes de ir! A entrada custa 30 RON para adultos e 15 RON para estudantes). Na real eu já estava decidida que eu não entraria nele desde antes. Tinha lido vááários blogs dizendo que não valia muito a pena e no meu hostel conheci um americano que me disse que foi até lá só para conhecer o entorno e tal, mas que não entrou também porque não era nada demais. Explico: esse castelo, na verdade, não tem nada a ver com a história do Drácula, nunca foi nem visitado por Bram Stoker, o autor do livro Drácula, nunca teve nenhuma história de fantasmas ou vampiros. Ele apenas é parecido com a descrição do castelo do livro de Stoker e, por causa disso, pegou fama como o Castelo do Drácula (para entender melhor essa lenda, leia esse post aqui). Então, na real, dentro desse castelo você visita cômodos antigos, uma passagem secreta e talz. Mas nada que faça referência ao Drácula.

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Hummmm.. Meio pega-turista, né! Que nada. Vale a pena se você curte visitar castelos, ou se acha que só vale ir até Bran se for pra entrar no famoso castelão. Uma galera paga pra entrar! Faz parte de se estar turistando pela Transylvania. Pra mim não deu, mas mesmo assim eu curti. O entorno é fofo, a cidadezinha (é muito pequena!) é uma graça, tem restaurantezinhos, muitas lojas de souvenirs, adorei. Ah, e rola ainda um tal de Haunted Castle lá em Bran, numa entradinha ao lado do castelo, que é uma parada meio terror, com fumaça, fantasmas, barulho de corrente, túmulos e muitos sustos. Eu não entrei porque sou ultra mega medrosa, hahaha. Mas tinha uma galera entrando. O ticket custa 15 RON.

Na boa, essa parada deve ser sinistra...
Na boa, essa parada deve ser sinistra…
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Bran é muito fofa!

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Então, se você for a Bran, entrar no castelo, entrar nessa parada de terror aí, almoçar por lá… Pode ser que gaste um dia inteiro nesse passeio. No meu caso, em que fui até lá, o castelo estava fechado, me borrei pra esse Haunted Castle, não parei em nenhum dos restaurantes e voltei pra Brasov, levei umas 4 horas no total (trajeto de ida, voltinha por lá, trajeto de volta). E ainda assim valeu super a pena! Então programe o seu dia e… Cuidado com o beijinho do Drácula pelo caminho! Rsrsrs

À noite, já de volta a Brasov, escolha um dos restaurantes e termine sua noite por lá. Sugestões de comidas típicas para você experimentar: Bulz (polenta com queijo maturado, ovos e bacon) e Ciorba in paine (sopa de feijão servida dentro de um pão, com vegetais e carne de porco). E se você curte experimentar bebidas locais, vá de Palinca. Mas cuidado! É um shot forte que nem cachaça! Ou então inove e prove um vinho romeno (o que eu tomei em Sibiu, fabricado no próprio restaurante onde jantei, foi um dos melhores da minha vida! Apesar de eu não ser lá tão conhecedora de vinhos…).

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Isso foi o que eu fiz em dois dias em Brasov, e no terceiro me dirigi a Sibiu, outra cidade da Transylvania que achei ainda mais linda que Brasov (ainda vou contar sobre ela aqui). Mas, se você tiver mais dias em Brasov, eu te aconselho um bate-volta a Peles Castle, em Sinaia. E se tiver mais dias de sobra, vá para Simiosara e se hospede lá. Dizem que é linda, eu não fui e me arrependi.

ONDE FICAR

Em Brasov eu me hospedei na Strada Republicii, uma rua fechada apenas para pedestres e colada nos principais atrativos turísticos da cidade. Recomendo muito ficar ali por perto, pois além de ser central pra quem quer fazer turismo, tem uma boa variedade de restaurantes, bares, cafeterias e é bem servida de transportes públicos ou pontos de taxi.

Lá fiquei no Centrum House Hostel, que eu recomendo muitíssimo. Eles têm tanto dormitórios compartilhados como quartos privativos. Falei tudinho sobre ele nesse post: Onde se hospedar em Brasov, na Transylvania.

COMO CHEGAR

Eu fui de trem a partir de Bucareste – é o que a maioria das pessoas fazem. Apesar de ser perto, o trajeto leva cerca de três horas. É que na Romênia os trens, apesar de bons, são lentos. Então dá quase no mesmo ir de ônibus, van (super comuns por lá) ou trem (vale comparar os preços e horários de saída para ver o que é melhor para você). Ou considere alugar um carro, não olhei os preços, mas não imagino que seja tão caro – se estiver em mais pessoas, pode valer a pena dividir os custos e viajar por conta própria.

Eu comprei meu ticket de trem em cima da hora na própria estação e acompanhei os horários de saída por esse site. Mas sempre confirme na estação se os horários do site estão atualizados, tive problema por lá com isso – às vezes estava certo, às vezes não. Em cima da hora eu paguei 50 RON no trajeto Bucareste x Brasov de trem, mas acredito que antecipado seria mais barato (me lembro de ter visto por menos na internet, mas na pressa e quase perdendo o trem, ninguém para pra discutir né! Só paga o preço e sai correndo…).

Brasov também tem aeroporto internacional, então vale dar uma olhadinha nos preços caso você queira chegar / sair da Romênia pela Transylvania.

Quando não vale pegar avião em Brasov: no trajeto de / para Bucareste. De trem ou ônibus são apenas 3 horas e o preço certamente será menor, então não compensa se deslocar até o aeroporto (que normalmente é mais longe), chegar lá mais cedo para check in / embarque… Eu acho perda de tempo e dinheiro! E os trens são bem direitinhos. Se você faz muita questão de conforto, compre os tickets de primeira classe dos trens e seja feliz. Eu fui amarradona de segunda classe numa cabine grande só pra mim 😀

QUANTO CUSTA

A Romênia é um país muito barato! 1 euro = 4,5 RON (mas eles também chamam a moeda de LEI, ou LEIS no plural). Na época em que fui, novembro de 2015, mesmo com o euro lá nas alturas, deu para aproveitar sem me preocupar tanto com a conta no final do dia – fiz até compras, gente! Eu, que não sou de viajar pra comprar (já fui assim, hoje em dia prefiro muito mais gastar meu dinheiro viajando mais ainda), acabei me rendendo lá e comprei casaco, bota, óculos escuro (em Bucareste, na capital do país). O preço realmente vale a pena, ainda mais se comparado a outros destinos europeus, como Itália, França, Alemanha. É um alívio pro nosso bolso!

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Mas vamos a alguns números. Na Romênia, ao contrário da maioria esmagadora da Europa, você não pode beber água da pia, tem que comprar água filtrada. Mas é barato, galera! Alguns preços de Brasov:

– 1 garrafa de 500ml de água no mercado: 2 RON

– 1 cerveja no bar: 6 RON

– 1 cerveja na boate: 8 RON

– 1 cappuccino: 6 RON

– 1 fatia de pizza em lanchonete: 6 RON

– 1 Luca em lanchonete: 4 RON

– 1 almoço em restaurante legal com bebida incluída: 20 a 30 RON

– cama em quarto compartilhado de hostel: 6 euros

– ticket de ônibus municipal: 4 RON (mas vêm 2 tickets, que podem ser usados em 2 vezes diferentes! Repare: você sempre precisará validar seu ticket quando entrar no ônibus, e esse ticket de 4 RON tem dois lados para serem validados. Depois de usar a primeira vez, validando apenas de um lado, guarde-o para quando precisar pegar ônibus novamente. Aí é só validar o lado que faltou. Eu só fui descobrir isso no meu último dia lá…)

– taxi do centrinho até a estação de trem: 7 RON

É SEGURO?

Apesar de ser um dos países mais pobres da União Europeia, a Romênia ainda está muuuuuito à frente do Brasil em muitos quesitos, como educação, transportes públicos e segurança. Não estou dizendo que é um país absolutamente seguro, vi muitos moradores de rua lá. Mas me senti muito mais tranquila estando sozinha numa estação de trem de Brasov às 11h da noite que saindo do meu antigo trabalho no Centro do Rio de Janeiro às 6h da tarde.

Apesar disso, aconselho a evitar estas estações à noite, principalmente para mulheres viajando sozinhas. Passei por essa experiência lá por três vezes e nada de ruim me aconteceu, mas se der para evitar, é melhor. Busque chegar nos seus destinos ainda de dia, é mais tranquilo para pegar transporte público ou taxi – à noite você fica mais “vendido” e exposto em qualquer lugar do mundo. Leia minha experiência ao atravessar a Transylvania, sozinha, de trem.

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Bom.. Esse é o último post sobre Brasov! O próximo será sobre Sibiu, e assim acaba a série sobre a Transylvania 😀

Se tiverem mais dicas desses lugares ou dúvidas, compartilhem comigo nos comentários! E leiam os outros posts já publicados aqui:

Onde se hospedar em Brasov, na Transylvania

5 Mitos e Curiosidades sobre a Transylvania

Minha aventura, sozinha, de trem pela Transylvania: de Brasov a Belgrado

Para fazer sua reserva no Centrum House Hostel, em Brasov, clique aqui.

Para pesquisar mais opções de hospedagem em Brasov, clique aqui.

Para pesquisar hospedagens na Romênia, clique aqui.

Carla Boechat é jornalista, mestranda, curiosa que só, carioca da clara, inquieta e turista por vocação - e criação. Sempre com a mochila e um sorriso prontos, aposta que toda estrada pode esconder uma dica em potencial. E aqui é assim: se ela foi e gostou, virou post!

Discussion8 Comentários

  1. Olá, Carla. Vi que você foi para a Romênia em novembro. Estou planejando um roteiro para lá dos dias 1 ao dia 11 de novembro/2016. Gostaria de saber do clima. Sei que é final do outono, mas queria saber se você viu neve? Penso em rodar de carro, mas dizem que no inverno a coisa fica complicada, tudo coberto de neve… Qual foi o seu roteiro? Aparentemente rodou de trem. Será que é viável, tendo em vista a falta de mobilidade na cidade, pra chegar aos castelos, por exemplo?

    Muito obrigado. Qualquer ajuda é bem vinda.

    • Ei Gustavo!
      Olha, eu peguei bastante frio, em especial em Brasov. À noite chegava a dar -1, -2 graus. Mas não vi neve em nenhum lugar que fui. Etnão imagino que nessa época ainda dê para rodar de carro com maior tranquilidade (apesar de ser impossível prever como estará o tempo em qualquer época do ano).
      O meu roteiro foi: cheguei de avião a Bucareste, de lá peguei um trem para Brasov, de Brasov fui de van para Sibiu, e de lá segui de trem até a Sérvia. Se eu estivesse de carro, com certeza teria maior mobilidade para ir aos castelos e iria perder menos tempo com transporte público. Mas sem carro também dá para fazer tudo o que você quiser, sempre tem algum ônibus que leva até os principais pontos turísticos e taxi na Romênia é incrivelmente barato!
      Um amigo alugou carro em Bucareste e foi até Brasov tranquilamente (era dezembro se não me engano quando ele foi).
      Espero ter te ajudado. Se tiver mais alguma dúvida, pode me chamar aqui 😀
      Boa viagem e aproveite muito a Romênia!

  2. Geralmente no proprio hotel vc pode organizar um tour de 1 dia pra esses lugares. Se vc ficasse 2 noites em Brasov, creio que daria tempo de ver tudo, mas com um pouco de pressa. Em Brasov eu indico a Casa Wagner pra se hospedar, bem na praca principal.

    • Oi, Alex. No post eu descrevo que me hospedei lá por duas noites. E eu quis fazer os passeios por conta própria, e não com um tour. Com pressa talvez fosse possível conhecer tudo sim. Mas eu preferi curtir Brasov com calma e com os amigos que fiz lá. A cidade é uma delícia.
      Obrigada pela dica da Casa Wagner. Não a conheci.
      Abraços

  3. Apenas um pequeno detalhe técnico (e bobo) para o post ficar perfeito: no singular, a moeda é “leu” e no plural são “lei”.
    “Leis” não existe porque o plural romeno, assim como o italiano, se faz com a letra i.
    Bjs! Ótimas dicas, que valeram muito a pena, estou indo a Braşov essa semana e me beneficiarei delas 🙂

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