Meu roteiro de 2 dias em Belgrado, na Sérvia – o que fazer, onde ficar, quanto custa, é seguro?

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Desde que vim morar na Croácia, tive uma maior curiosidade em estudar e entender um pouco mais dos países que fizeram parte da antiga Iugoslávia. Foi algo natural e inevitável, é parte do que eu vivo aqui no dia-a-dia. E fiz isso não apenas lendo artigos na internet, mas conversando com pessoas daqui, perguntando sobre a guerra, sobre a separação, sobre sentimentos e perdas, sobre o lado bom de tudo isso, se eles preferem como é agora ou como era antes, se há alguma rivalidade, se ainda se sentem uma mesma nação.

Inclusive passei por uma situação que, para mim, foi curiosa. Tenho um amigo daqui que, sempre que a mãe dele prepara alguma comida especial, ele faz uma quentinha e traz para mim, para que eu possa experimentar a culinária local. Aí um dia comentei que eu iria viajar para a Bósnia e ele falou “Ah, as comidas de lá então não serão tanta surpresa para você. Minha mãe é de lá”. Meu primeiro comentário: “Juraaaa. Mas você nunca me falou isso!”. E ele: “Ué.. e por que eu deveria falar… É tudo a mesma coisa, tudo ex Iugoslávia. Pra gente não faz diferença…”.

Foi interessante ouvir isso, porque enquanto muita gente fala em rivalidades por causa das guerras que levaram à independência desses países, de perto a gente também pode perceber, de alguma forma, uma certa união, como se as fronteiras fossem apenas físicas. Ainda que a Iugoslávia fosse um país com sete fronteiras, seis repúblicas regionais (Eslovênia, Croácia, Bósnia e Herzegovina, Macedônia, Montenegro e Sérvia), cinco etnias, quatro idiomas, três religiões, dois alfabetos e um líder…

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Bom, voltando ao assunto Sérvia. Conhecer Belgrado estava, desde o início, nos meus planos. Não apenas por, poxa, estar tão perto de mim todos esses meses, mas pela história que a cidade carrega. Desde 1929 Belgrado foi a capital da então Iugoslávia, país que se desagregou em 2003. Com essa separação, Belgrado passou a ser a capital da Confederação da Sérvia e Montenegro. Só que essa também foi extinta em 2006, e aí Belgrado se manteve, então, como capital da República da Sérvia, como é até hoje.

Essa cidade, que fica no encontro dos enormes rios Danúbio e Sava, hoje respira cultura, história, tem lugares lindos a serem percorridos, parques, uma vida noturna bastante agitada, diversos cafés. Belgrado é, informalmente, separada entre os lados antigo e novo, um de cada lado dos dois rios.  O lado antigo foi o que viveu toda essa história contada acima. Mas conforme a cidade cresceu, acabou se expandindo para o outro lado dos rios e atingindo as cidades de Nova Belgrado e Zemun, que acabaram sendo incorporadas a Belgrado e hoje formam um único município. Não é difícil perceber essa diferença entre a arquitetura dos dois lados, um mais moderno, o outro mais histórico.

Bom, me empolguei e falei demais. Agora vamos colocar a mão na massa e ver o que se pode explorar de fato nessa cidade tão rica!

O QUE FAZER – E O QUE COMER E BEBER

Minha primeira dica: baixe o aplicativo para celular Belgrade Talking. Ele funciona off-line e é só você mirar um prédio ou alguma obra que tenha te interessado, e o aplicativo te conta a história daquele lugar. Ou então você pode acessá-lo, ainda off-line, e ele vai identificar onde você está e quais são os pontos turísticos mais próximos. Sensacional e funciona muito bem!

Agora vamos lá. Eu cheguei a Belgrado já no fim do dia de um domingo depois de uma viagem looooonga vindo da Transylvania de trem (leiam essa aventura aqui!). E mortinha de fome. Então antes mesmo de fazer check in no meu hostel, fui direto jantar num restaurante de comida local super elogiado no Foursquare (adoro esse aplicativo), o Manufaktura. E acertei em cheio! O lugar é bem legal, com música, comida boa, cerveja geladinha, bem localizado e precinho Ok. Eu pedi uma Jelen, cerveja sérvia, e uma berinjela recheada com queijo que estava uma cooooisa de boa (eu tinha lido que lá eles comiam muito essas berinjelas recheadas). Uma cestinha de pães veio para acompanhar. Minha conta no total deu 550 rsd. Um show!

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Essa região onde fica o Manufaktura, próximo à Republic Square e à rua Knez Mihailova, é ótima para um reconhecimento de área. A Knez Mihailova fica cheia a qualquer hora do dia e da noite, tem vááários bares, restaurantes, lojas, barraquinhas de comida e de souvenir, e ali perto ficam o Museu Nacional, o Teatro Nacional e o monumento a Prince Mihailo. É bem turístico mesmo. Rodei por ali à noite antes de ir pro meu hostel descansar e foi uma ótima apresentação a Belgrado.

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No dia seguinte, saí cedinho e fui andando em direção ao Rio Danúbio. Minha ideia era alugar uma bicicleta para atravessar a ponte e ir ao lado novo da cidade, que tem uns parques bem bonitos e uns cafés dentro de barcos à beira do Danúbio (aliás, não somente cafés, mas também hostels, bares, pubs, deve ser uma área interessante para ir à noite tomar uma cervejinha). No caminho, parei em uma lanchonete qualquer para comer um Burek – é um salgado de massa folheada que se come muito por esses lados aqui da Europa, e pode ser recheado de queijo ou carne. O mais tradicional é o de carne, mas eu sempre como o de queijo, meu preferido! Custa uns 100 rsd.

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Chegando à beira do Danúbio, aluguei a bike com a Markoni Sports (30 minutos = 100 rsd; 1h = 200 rsd; 1h30 = 300 rsd; 2h = 400 rsd; dia todo = 500 rsd). Só vale a pena alugar sua bike para andar por essa região à beira do Danúbio, não dá para conhecer o lado antigo de Belgrado de bike, por exemplo. Não há ciclovias, os carros não respeitam muito, não é tranquilo. Eu aluguei por duas horas e consegui ir até o outro lado do rio, tirar umas fotos e voltar. Mas se o meu tempo na cidade não estivesse tão corrido, eu com certeza curtiria com mais calma o lado novo de Belgrado e teria ido, por exemplo, à Ilha Ada Ciganlija (ouvi dizer que é tipo a “praia” deles, com muitas áreas para praticar esportes) e parado em algum café nos barcos. É um passeio muito gostoso para começar o dia.

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Depois de retornar minha bike, fui andando desde a Markoni Sports até Kalemegdan, onde fica o Forte de Belgrado (de costas para a Markoni, e de frente para o Danúbio, ande para a sua esquerda e em uns 5 minutos você já verá a construção antiga à sua esquerda). O lugar é enorme e maravilhoso, tem mais de 20 hectares e é tipo um museu a céu aberto, muito bonito e com vista para os rios Sava e Danúbio. E ninguém diria que ele já foi destruído e reerguido tantas vezes, depois de ter sido palco de mais de uma centena de batalhas ao longo de seus mais de 2 mil anos de vida. Hoje Kalemegdan consiste em um parque enorme, é frequentado tanto por turistas, como por locais. Você verá casais, crianças, velhinhos jogando cartas. Tem restaurante, exposições (de antigos tanques de guerra, de instrumentos medievais de tortura – desses passei longe), uma capela. Aliás, gostei em especial da pequena capela St. Petka. É mínima e tem uma energia maravilhosa. É um passeio pra curtir sem pressa e, olha que beleza, é de graça!

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Dali, caí numa feirinha com diversos souvenirs. Comprei um ímã para a minha coleção e, como já eram umas 4h da tarde, segui andando sem rumo pela parte antiga da cidade, sem buscar necessariamente pontos turísticos específicos e utilizando o aplicativo Belgrade Talking para descobrir o que tinha de interessante à minha volta.

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E foi assim, andando perdida, que me deparei com um prédio meio detonado, parecia que iria cair a qualquer momento. Tirei uma foto pra registrar e segui caminhando. Era um dos prédios bombardeados pela OTAN durante a intervenção militar na Iugoslávia em 1999 durante a Guerra do Kosovo e que ainda está de pé. Tais ataques aéreos, feitos sem a aprovação do Conselho de Segurança das Nações Unidas e com apoio do governo dos Estados Unidos, duraram quase três meses e teriam deixado mais de 1000 civis mortos. E parte dessa história está ali, escancarada a quem passe pela rua. É difícil passar despercebido por esse prédio em ruínas, em meio a tantos outros bonitos e bem conservados.

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E ao fim do dia, pode acreditar que todo esse rolé de bike + andanças eternas foi cansativo, viu! Mas valeu a pena. Era Outono na época em que fui e os parques e ruas estavam em cores lindas. Outra coisa que curti demais observar foram as street arts. Por todo lado havia grafites incríveis em Belgrado, até nos ônibus!

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Antes de voltar para o meu hostel, parei numa sorveteria que me foi indicada como a melhor da cidade. Se é mesmo a melhor eu não sei, mas a Crna Ovca tem uns sabores de sorvetes super diferentes, tipo gorgonzola ou canela, e você pode ver a produção dessas delícias ao vivo por uma porta de vidro, ou seja, é tudo fresquinho. Depois de experimentar de tudo um pouco, eu fui no de Creme Brulée, com pedacinhos de castanhas caramelizadas. Huuuuuuuuuuum. Delícia! E o lugar muito fofo. Preços: 80g de sorvete custam 160 rsd, 140g custam 250 rsd, 200g custam 350 rsd. Essa sorveteria fica na rua Kralja Petra, 58.
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À noite fui conhecer a famosa rua Skadarlija. E caí de amores! É uma rua fechada para pedestres, curtinha (apenas 500m de comprimento), mas que respira arte (por ser bem próxima ao Teatro Nacional) e com diversos restaurantes e barzinhos. Muito fofaaaa! A Skadarlija foi toda revitalizada em 1968 (ela data da primeira metade do século 19, ou seja, lá pra 1800 e alguma coisa!) e é chamada de a Montmartre sérvia, devido ao seu passado artístico e seu estilo romântico e boêmio (eheheh, acho curiosas essas comparações). Dentro dos restaurantes sempre há músicos tocando de mesa em mesa, todos com roupas típicas. Muitos casais e famílias frequentando esse lugar. Pensei muito em me sentar em um dos restaurantes, mas eu estava sozinha e o clima era tão familiar que eu confesso que fiquei sem graça – e olha que isso não é normal, sempre me sento em restaurantes e bares sozinha. Mas, sei lá, ali não rolou. Acho que eu curtiria mais com uma companhia… Que pena! Mas só de ir lá passear, já valeu. Olhem só nas fotos…
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No dia seguinte infelizmente precisei pegar um trem cedinho e voltar para a Croácia, onde estou morando. Mas não sem antes comer um Burek para me despedir 😛

Algo que tentei incluir no meu roteiro, mas que não rolou, foi o Free Belgrade Walking Tour, que acontece todos os dias às 11h ou às 16h com ponto de encontro na Republic Square. Se der, inclua na sua agenda! E também senti falta de ter me jogado numa das nights nos barcos à beira do Danúbio. Dizem que bombam!!! Mas eu estava um caco depois de viajar três semanas seguidas andando sem parar. No fim do dia, tudo o que eu queria era minha caminha. Portanto, não façam como eu! Curtam a noite de Belgrado e depois venham aqui nos comentários me contar para me matar de inveja 😀

ONDE FICAR

Ficar na parte antiga de Belgrado me pareceu melhor para quem quer turistar. Muitos dos pontos turísticos ficam desse lado, e, dependendo de onde você estiver, não precisa de transporte público ou taxi para nada.

Eu fiquei no Yolostel Hostel Design e, além de fofo, achei a localização excelente, pertíssimo do Kalemegdan, da rua Knez Mihailova, da rua Skadarlija, da Republic Square. Falo mais sobre ele nesse post aqui.

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QUANTO CUSTA

Custa pouco. Hehehe. Belgrado não é uma cidade cara e muitos dos pontos turísticos são gratuitos. E 130 rsd = +- 1 euro. Aí vão alguns valores para ajudar no seu planejamento:

– diária em hostel em quarto compartilhado: cerca de 8 euros

– transporte público: 73 rsd para apenas uma viagem; ou 101 rsd para fazer transferências ilimitadas por 75 minutos; ou ticket diário para viagens ilimitadas na Zona 1 por 280 rsd

– 1 água no mercado: cerca de 70 rsd

– 1 cerveja em bar/restaurante: cerca de 200 rsd

É SEGURO?

É bem seguro, minha gente. Em especial se você rodar apenas pelas partes mais turísticas. Eu estava sozinha e andei tudo o que se pode imaginar sem ter problema algum, tanto durante o dia como à noite. Encontrei pessoas super receptivas, lugares tranquilos, me senti muito bem. Tenha apenas os cuidados de sempre em qualquer cidade grande e conheça Belgrado sem grandes dores de cabeça.

Para pesquisar acomodações em Belgrado, clique aqui.

Para pesquisar acomodações na Sérvia, clique aqui.

Tem dicas de Belgrado? Compartilhe aqui nos comentários e ajude também outros viajantes 😀

Carla Boechat é jornalista, mestranda, curiosa que só, carioca da clara, inquieta e turista por vocação - e criação. Sempre com a mochila e um sorriso prontos, aposta que toda estrada pode esconder uma dica em potencial. E aqui é assim: se ela foi e gostou, virou post!

Discussion23 Comentários

  1. Boa tarde, Carla.
    Este foi o melhor site sobre Belgrado que vi até agora.
    Estou organizando minha próxima viagem e ela começará lá (em maio/junho de 2017). Quantos dias acha que seria ideal para conhecer a cidade? Os 3 dias que ficou foram suficientes ou restou aquele gostinho de “poderia ficar mais um ou dois”?
    Obrigado.

    • Oi, Sergio!
      Poxa, que legal que curtiu. Realmente não há tanta informação de lá online. Olha, eu fiquei com gostinho de querer mais, principalmente porque perdi o primeiro dia quase inteiro na viagem de trem, e no terceiro eu viajei logo pela manhã, então na verdade só tive um dia inteiro de verdade. Acho que três dias cheios seriam suficientes para conhecer bem a cidade, alugar uma bike, dar uma volta na beira do Danúbio, conhecer os barzinhos, parques. Belgrado me surpreendeu 😉

  2. Oi Carla tudo bem
    Estou pensando em ir passar ferias na croacia e Gostaria de saber se vc permanece por ai para trocarmos informations
    Amei sua ideia de Explorar estes paises principalmemte porque nao fazem parte do acordo Shengen
    Poderiamos manter contato? Inicio minha jornal em alguns,meses
    Acho que meu email aparecera para ti
    Se puder me envie um email
    Grata

  3. Olá!!
    No primeiro momento pensei em conhecer Romênia/Croácia, depois, vi que é inviável pela distância. Então estou refazendo o roteiro. Sairei de Belgrado para zagreb para conhecer os lagos e a Ljubljana(lago Bled) , Zadar e Dubrovnik. O que você acha do roteiro? Tenho 20 dias. Seria melho ir de Zagreb para os lagos ou ir direto para Liubliana?
    Obrigado
    Maria Medeiros

    • Eii Maria!
      Tenha em mente que a Croácia é bem comprida, e para ir de uma ponta à outra como você está planejando, são uns 800km.
      O que acha do roteiro assim:
      3 dias em Belgrado
      2 dias em Zagreb
      3 dias em Liubliana – com um bate-volta a Bled (há vááários posts sobre a Liubliana aqui no blog!), também recomendo conhecer Postojna Cave, e, se for verão, o Triglav National Park (nesse caso precisaria de uns 5 dias na Eslovênia)
      1 dia para os Lagos Plitvice
      2 dias para Zadar
      3 dias para Dubrovnik
      E ainda caberia tempo para incluir Hvar (tem post auqi no blog!) ou Krka, ambos na Croácia.
      Espero ter ajudado.
      Beijos

  4. Oi Carla
    Adorei teus comentários. Os melhores que achei até agora.
    Vou a Belgrado final de janeiro, por uma semana. Vai estar bem frio, mas espero poder aproveitar.
    Depois passo pela Bosnia (Banja Luka) e Croacia (zagreb).
    Será que este walking tour também tem no inverno?
    abraço
    Gaby

    • Oii Gaby!! Que máximooo que vai ser a tua trip!
      Olha, pela Europa costuma ter o walking tour sempre, mesmo no inverno. Procura na fanpage deles e confirma.
      Aproveite muitoooo!!!!
      Beijão

  5. Nossa! Estou encantada com seus relatos, amo viajar e em 2018 estou planejando uma superviajem sem hora pra voltar. Volta ??? Voltar pra onde? Desde que fiquei viúva não tenho mais casa, só tenho fome, fome de conhecer lá fora e escrever sobre isso, como você. Parabéns! Você já conhece o Marajó? Se não conhece te convido pra uma linda aventura por lá, onde dormir já temos, o que comer podemos pescar…. o Norte do Brasil é lindo. No Pará também tem a Ilha de Algodoal que é fantástica, é só me dizer que dia quer ir e nós vamos. Sou escritora e artesã, hoje moro em Brasília. Me escreva ficarei esperando. Mil beijos e obrigada pelas dicas, viajei junto com suas palavras. Se der dê uma passarinha pelo Facebook na página “Minhas Marés”.

    • Eiii Ana!
      Essa sede de conhecer o mundo é o que nos move. Quero muuuuuito conhecer o Norte do Brasil! Até pensei em ir subindo a América do Sul e atravessar a fronteira pro Brasil pra poder conhecer o Norte. Quem sabe te visito por aí?!! Eu ia adorar!! Obrigada pelo convite ❤️
      E fico feliz que tenha gostado da minha história. Tento ao máximo inspirar as pessoas para que realizem seus sonhos, seja qual for!
      Espero ainda nos encontrarmos por aí!!!

  6. Ola

    Vou Iara Belgrado em julho para um congresso. Já conhece croacia Montenegro e Bosnia. O que. C acharia interessante incluir no roteiro por lá… tenho quinze dias só três de congresso.
    Obrigada
    Bjs Tania

    • Oi, Tania!
      Na Sérvia eu conheci apenas Belgrado, mas há outros lugares no país para conhecer também. Eu conjuguei minha visita à Sérvia com uma viagem à Romênia. A Albânia também está ali pertinho e super vale a visita.
      Tanto Romênia como Albânia são países bem baratos e com muito o que ver.
      Beijos e aproveite sua viagem!

  7. Muito bom! |Curti… estou indo de Malta para Zagreb e iria para Berlim… porém não tem como ir sem realizar conexão em Belgrado, por conta disso inclui 2 dias inteiros neste pequeno paraíso! se tiver dicar de Zagreb eu adoraria receber!

  8. Oi Carla, estou planejando uma viagem para Belgrado e como a passagem para lá estava absurdamente cara eu encontrei uma para Nis na Servia. O problema é que eu não acho transporte para Belgrado em nenhum lugar… você poderia ajudar? Sabe algum site? Obrigada!! 🙂

    • Ei, Rafaela!
      Olha, tenta pelo site rome2rio.com ou pelo goeuero.com . Eram os que eu mais usava para tentar descobrir como me deslocar de um lugar pro outro na Europa. Os horários nele podem estar desatualizados, mas pelo menos eles dão uma luz sobre as companhias que fazem o trajeto e tal . Espero que ajude!!!!

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